Como utilizar o twitter no seu evento

3 de agosto de 2010

Imagem Telao Twitter
Atualmente trabalho no núcleo de Comunicação Digital do Sitema FIEP (FIEP, SENAI, SESI E IEL) aqui no Paraná. Umas das coisas mais legais dessa minha experiência profissional é ter a oportunidade de participar de eventos e projetos de grandeza internacional.

Durante a Conferência Internacional de Cidades Inovadoras 2010, evento organizado pela FIEP em março deste ano, colocamos um telão nos auditórios das principais palestras exibindo os tweets com a hashtag #2010cici. O que aconteceu!? A hashtag #2010cici ficou no topo dos trendings topics Brasil durante os quatro dias de evento.

Pessoas escrevendo “o que estão fazendo agora” pode não parecer muito relevante em um evento. Mas quando permitimos que elas tenham contato com o que todas as outras pessoas que também participam do evento estão fazendo, inicia-se uma conversa silenciosa.

Numa das noites depois das palestras, fui jogar bola com meus amigos e contei todo empolgado do evento que estava participando, da ação no twitter e tudo mais. Fiquei mais contente ainda quando ele falou “Ah, então é isso o #2010cici.”. Alguém que não tinha nada a ver com a história foi impactado pelas conversas no twitter.

Desde março estou me enrolando para escrever um post explicando como utilizar o twitter num telão exibindo o resultado de uma busca. Como precisei escrever pra FIEP um documento sobre isso, aproveito o embalo para criar o post.

Exemplo de resultado de busca para #obaBem… Nada, ou praticamente nada, hoje em dia se faz do zero. E isso quase sempre é muito, mas muito legal. Quero deixar a lembrança aqui também pro Julio Vedovatto, que além de ter me dado várias dicas, resolveu um probleminha de spam que tivemos durante o evento.

Vamos lá então. Para fazer o negócio funcionar utilizamos um plugin chamado Juitter. Preparei um pacote que já está pronto para você baixar e projetar no telão. Confira as instruções no restante deste post.

Baixar Juitter (adaptações feitas por Felipe Eiras e Julio Vedovatto)

Juitter - O que é

O Juitter (http://juitter.com) é um plugin javascript que utiliza a API do twitter para:
• Listar os últimos tweets que contenham uma palavra específica ou hashtag (ex.: #oba);
• Listar os últimos tweets de um usuário;
• Listar os últimos tweets enviados para um usuário (mention).

Aplicações

Você pode projetar num telão os tweets que contenham a hashtag do seu evento, gerando uma “conversa silenciosa”.

Pode pedir para os participantes enviarem suas perguntas via twitter para um determinado usuário (@nome) e essas perguntas aparecerem no computador do palestrante.

O que você precisa

Computador
• Pode ser um notebook, netbook ou desktop;
• Não há grandes restrições para as configurações do computador. Uma máquina que consiga rodar com tranquilidade o Windows XP está apta para a utilização;
• Utilize preferencialmente o navegador Google Chrome. Além de possuir uma melhor visualização de tela cheia, é mais rápido na leitura dos arquivos javascripts. O plugin também funciona no Internet Explorer 8 e Firefox 3.

Acesso à internet
• Como o twitter é um serviço online, o computador que você irá utilizar, necessariamente precisa estar conectado à internet;
• Uma conexão de 1 mega é suficiente.

Projetor Multimídia
• Listar os tweets na tela do seu computador já é algo bem legal. Mas melhor que isso é colocá-los num telão para que todos possam ver o que está sendo twittado. Para isso, basta conectar normalmente o seu computador ao multimídia;
• Você também pode conectá-lo a uma TV LCD. Tudo depende do tamanho do seu ambiente;
• Se você for projetar simultaneamente outras coisas, como por exemplo um PPT, será necessário outro projetor (e computador) exclusivo para o twitter.

Local para hospedagem (não obrigatório)
• Apesar de conectar-se a um serviço web, você pode rodar o plugin diretamente da sua máquina;
• Se quiser enviar o link para que outras pessoas possam acompanhar os tweets, você precisará publicar todos os arquivos numa mesma pasta na internet.

Internet wi-fi (não obrigatório)
• Uma questão não obrigatória mas muito importante para que as pessoas participem é ter internet wi-fi aberta em todo espaço do evento;
• Nem todas as pessoas possuem acesso 3G. Tendo wi-fi, um participante com notebook pode criar sua conta no twitter na hora e começar a interagir;
• A velocidade do link deve estar de acordo com a quantidade de pessoas que irão participar do evento.

Como configurar o Juitter

Primeiramente baixe os arquivos e salve-os numa mesma pasta.

Abra o arquivo “system.js” no Dreamweaver ou outro editor HTML. Caso não possua nenhum instalado, clique com o botão direito do mouse no arquivo, selecione a opção Abrir com > Bloco de notas.

Na quarta linha, preencha o item “searchType” com uma das seguintes opções:
• “searchWord” para realizar uma busca por palavra ou hashtag;
• “fromUser” para listar tweets de um usuário;
• “toUser” para listar tweets enviados para um usuário.

Searchtype

Como estamos focando a utilização do Juitter em eventos, sugiro que você opte por “searchWord” e utilize uma hashtag, de preferência não muito longa. Aproveite para divulgá-la junto com seus materiais promocionais.

Na quinta linha, preencha a opção “searchObject” com o termo que deseja buscar. Para buscar por hashtagh, utilize o %23 antes da palavra, por exemplo, #oba fica %23oba. Para buscas múltiplas, separe as palavras por vírgula.

Searchobject

Você pode configurar outros detalhes, como a quantidade de tweets ou o intervalo de atualização, se orientando pelos comentários presentes no arquivo.

O item “filter” na décima sexta linha é responsável por não exibir tweets que possuam palavras inapropriadas, ou evitar que robôs twittem mensagens irrelevantes. Se for incluir mais de uma palavra, separe-as por vírgula. Tweets com qualquer uma dessas palavras não serão exibidos.

Filter

Feito isso, salve e feche o arquivo.

Abra o arquivo “index.html” no seu editor HTML e na linha 36 altere o texto “#oba” para a palavra que você inseriu no arquivo system.js. Salve e feche o arquivo.

Agora clique duas vezes no arquivo “index.html” e você irá visualizar os tweets de acordo com as configurações preenchidas. Você também pode hospedar os arquivos na internet para ter como acessar essa página de qualquer computador. Lembre-se apenas de colocar todos os arquivos numa mesma pasta remota.

Para visualizar a página em tela cheia, pressione F11. Utilize preferencialmente o navegador Google Chrome.

Caso você queira personalizar o layout do telão, ou adaptar o Juitter para outra situação, por exemplo, exibir os tweets no seu site, é necessário entrar em contato com um desenvolvedor web.

Como guardar a conversa silenciosa

Guardar o que foi twittado durante o evento pode ter muitas utilidades. A principal delas é ter o histórico da conversa silenciosa. Para isso, o site Tweet Backup - http://tweetbackup.com - é uma boa opção.

Caso precise de algo mais específico, existem diversas outras soluções de monitoramento do twitter disponíveis na internet.

Observações

O twitter possui limites das conexões na API. Assim, dependendo da frequência e quantidade de atualizações durante um determinado período, a listagem dos tweets pode ficar temporariamente fora do ar. Para mais informações, acesse http://dev.twitter.com.

Vídeos da aula Fundamentos em Design de Interação

19 de julho de 2010

Não se assustem, nenhum dos vídeos abaixo foi utilizado para fins comerciais. Estamos estudando, pensando, bolando coisas totalmente esquisitas e tentando desenvolver nossa criatividade. :-P

- - - - - - - - - -

Toy Hack - O lagarto suicida
Durante o último dia do NDesign 2010 eu, juntamente com outros alunos do curso, fomos participar da oficina Toy Hack. O principal objetivo da atividade é pegar brinquedos eletrônicos, ver como eles funcionam e associá-los a outros criando assim um novo brinquedo. Quem lembra daquele cãozinho eletrônico que andava, abaixava e de repente dava um mortal pra trás? Então, pegamos aquele brinquedo, tiramos o couro do animal e colocamos sua parte eletrônica dentro de um lagarto de pelúcia. A gente não sabia muito bem o que ia acontecer. Acabou virando um lagarto suicida, desapontado com a sua nova utilidade como brinquedo.

- - - - - - - - - -

Bodystorming para o jogo Vandal - Wii
O objetivo do vídeo é ilustrar alguns dos movimentos existentes no jogo Vandal. Saiba mais sobre jogos críticos.

- - - - - - - - - -

Vandal: Conceito de jogo crítico sobre violência para Wii
Depois de gravar o bodystorming, fizemos a animação de uma das fases do jogo e gravamos uma simulação da interação do jogador. O objetivo principal do exercício era testar o que é necessário desenhar (to design) para criar um jogo para o wii, ou qualquer outra aplicação baseada na leitura de movimentos.

- - - - - - - - - -
Para conhecer mais sobre Design de Interação, acesse o site do Instituto Faber Ludens.

Saque rápido - Wireframes para caixas eletrônicos

18 de junho de 2010

Após pensar em algumas melhorias na interface dos caixas eletrônicos, listei algumas sugestões para melhorar o processo de saque.

  1. O usuário não precisa inserir o cartão duas vezes. Sei que deve ter algum motivo técnico para isso, mas acho que é um tempo desnecessário que deve ser eliminado.
  2. Guardar um histórico dos valores mais sacados pelo usuário.
  3. Ter a opção do usuário escolher quais notas (2, 5, 10,…) deseja sacar.
  4. Melhorar a sinalização dos botões ativos do caixa eletrônico. Já fiquei na dúvida qual botão apertar pois a opção ficava entre dois botões laterais. A sugestão é termos algo com led. Botão ativo fica acesso, inativo apagado.
  5. Inserir um botão Voltar que funcionará na navegação entre as telas. Ele só estará ativo em algumas situações.


Image

Tela 1
- Antes mesmo do usuário inserir o cartão já temos na tela a opção “Saque rápido”.
- Os botões em azul representam as opções ativas.
- O teclado pode não possuir todos os algaritmos necessários, tendo em vista que eles podem variar de banco para banco.


Image

Tela 2
- Após clicar na opção “Saque rápido” o sistema pede para o usuário inserir o cartão.
- A partir dessa etapa o botão “Cancelar” torna-se ativo.


Image

Tela 3
- Após a leitura do cartão, o sistema pede para o usuário retirá-lo.


Image

Tela 4
- Como o usuário já tinha selecionado a opção “Saque rápido”, o sistema carrega a tela para selecionar o valor.
- À esquerda temos os valores que o usuário saca com mais frequência.
- Caso ele deseje sacar um outro valor, bastar utilizar o teclado.
- O botão “Apaga” só fica ativo após o usuário digitar algum valor.


Image

Tela 5
- Após selecionar o valor, o sistema pergunta se o usuário deseja escolher quais notas sacar.
- Aqui o botão “< Voltar” torna-se ativo, pois o usuário pode querer retornar à tela anterior e alterar o valor.
- Caso ele selecione a opção “Sim”, vai para a tela 06. A opção “Não” o leva à tela 07.


Image

Tela 6
- Selecionar exatamente quantas notas de cada valor o usuário deseja sacar me pareceu um pouco complexo. Dessa forma, inclui apenas a opção para escolher quais notas.
- Muitas vezes queremos sacar R$ 50,00, mas colocamos R$ 70,00 para vir pelo menos uma nota de R$ 20,00. Com essa opção o usuário poderia escolher sacar R$ 50,00 e optar pela nota de R$ 20,00. O sistema deveria completar automaticamente o restante com valores próximos do escolhido como mais duas notas de R$ 20,00 e outra de R$ 10,00.
- Na situação acima, existem algumas combinações que podem ser feitas para que o total dê R$ 135,00. Os itens poderiam começar marcados com base na maior disponibilidade das notas no caixa eletrônico. À medida que o usuário fosse selecionando os valores, o sistema deveria automaticamente marcar ou desmarcar outras opções.
- Reforço que a questão não está em selecionar exatamente quantas notas de cada valor sacar, mas quais notas sacar. Por exemplo “eu sei que preciso de algumas notas de R$ 5,00″. O sistema deve calcular quantas notas de cada valor entregar ao usuário.
- O sistema não deve permitir que o usuário saque R$ 100,00 em notas de R$ 2,00. Para isso creio 10 notas deva ser a quantidade máxima para cada valor, com exceção da nota de R$ 100,00.
- Nessa tela, os botões laterais funcionam para marcar os valores.
- O botão “Confirma >” avança para a próxima tela.
- O botão “< Voltar” mostra-se prático pois o usuário pode desistir de escolher as notas, ou até mesmo alterar o valor voltando duas telas.


Image

Tela 7
- O usuário digita sua senha.
- A lógica de segurança da senha pode variar de banco para banco. Alguns utilizam letras com os botões laterais, outros senha com o teclado. O importante é usar apenas um dos dois.


Image

Tela 8
- Pronto!
- Essa tela fica aberta apenas por 3 segundos. Após isso, o sistema retorna para a tela inicial.

- - - - - - - - - -

Este post foi criado para a disciplina Técnicas de Prototipação 1 do curso Pós-Graduação em Design de Interação do Instituto Faber Ludens / Fisam / UNC.

GPS, uma nova velha mídia

28 de maio de 2010

GPS

Minha irmã casou no mês passado. Como toda minha família é do Rio de Janeiro, na penúltima semana de abril a capital paranaense teve uma certa migração de cariocas. Entre Eiras e Barbozas, creio que tínhamos em torno de cem familiares impolgadíssimos com o casamento da primeira sobrinha mulher.

Mesmo sendo muito hospitaleira, a casa de minha mãe não tornou-se o refúgio oficial da família. Afinal uma pessoa por metro quadrado foge dos limites higiênicos e psicológicos de convivência. Pensando nisso, meu pai prontamente “descolou” um abrigo para metade da família. Havia apenas um pequeno contratempo, a casa ficava em outra cidade, a 40 km do centro de Curitiba.

Além de todas as peculiaridades encontradas nas instalações da residência metropolitana, o meio de transporte foi um fator levantado logo no início da negociação. Apesar de toda essa parte da família estar vindo de carro, ninguém conhecia Curitiba - muito menos a cidade ao lado - a ponto de se sentir seguro no quesito quero-ir-para-aquele-lugar. A solução foi simples, um GPS é claro.

Após alguns dias de atividades intensas e espalhadas por toda Curitiba e região, a semana passou voando e sábado, o dia do casamento, havia chegado. E foi apenas no segundo tempo da festa que eu pude conversar mais calmamente com essa metade de familiares. Eles contaram que, depois de algumas tentativas de sobrevivência na casa que meu pai tinha arranjado, acabaram vindo para Curitiba e agora estavam hospedados em um hotel. Pediram desculpas por não terem ido ao meu aniversário na quinta-feira por causa da chuva que pegaram voltando do Parque Estadual de Vila Velha. Parecia que, apesar dos contratempos, o GPS estava sendo bem útil. Mas para a minha enorme surpresa, nem todos gostaram dele.

Os segundos seguintes foram tomados de uma forte necessidade por respostas. “Como assim não gostaram do GPS?” eram as palavras que passavam pela minha mente. Preciso confessar que até agora ainda não consegui entender muito bem os motivos que levaram alguns familiares, não vou citar nomes pois continuo amando todos eles, a simplesmente se fecharem para esse artefato tecnológico tão útil. Ele é fácil de usar, te diz como chegar a algum lugar que você quer chegar, avisa quando está acima do limite de velocidade e ainda por cima basta espetar um pendrive pra rodar um filminho. Vamos falar a verdade, “Como assim não gostaram do GPS?”.

Algumas justificativas foram dadas como “eu sou do tempo quando se parava para perguntar” ou “o GPS não sabe de nada, fez a gente entrar na contramão”. Não quero investigar a repulsa dessa pequena fatia dos navegantes à moda antiga, mas quero chamar a atenção para aqueles que não apenas gostaram do brinquedinho, mas já estavam perguntando onde poderiam comprar um daqueles. Eles perceberam que não precisavam mais saber como chegar a um determinado lugar, só precisavam saber onde ele fica. Foi uma quebra de paradigmas, algo lindo de se ver. Quando a tecnologia consegue fazer isso com alguém eu preciso confessar que fico feliz por viver nos dias de hoje.

- - - - - - - - - -

Trazendo essa experiência matrimonial para o nosso cotidiano, o Wikipedia define gadget como “uma giria tecnológica recente que se refere, genericamente, a um equipamento que tem um propósito e uma função específica, prática e útil no cotidiano”. Quando um artefato consegue ser prático e útil no cotidiano, ele deixa de ser apenas algo a mais que você carrega e torna-se parte da forma como você se relaciona com o mundo. É ai que a famosa frase vem à tona “nossa, como consegui viver sem isso até hoje!?”. E o GPS é algo mais ou menos assim.

Tudo bem, sei que o GPS não é algo tão novo assim. Mas pensando em sua aplicação no mercado automotivo, creio que ele seja o melhor avanço tecnológico desde a invenção do próprio automóvel. Sim, eu posso estar exagerando, afinal durante todas essas décadas tivemos os vidros elétricos, a injeção eletrônica, os motores mais possantes, os bancos mais confortáveis, o câmbio automático, os motores menos possantes e mais econômicos, e por ai vai. Mas a questão é que mesmo com todos esses avanços, não tínhamos nada que melhorasse de fato a tarefa ir-para-tal-lugar.

Sim, todos já ouvimos falar do GPS e, novamente, nem é algo tão novo assim. Mas quando falamos em novas mídias e a maneira como elas estão influenciando a nossa cultura, normalmente pensamos na internet, nas redes sociais e nos apetrechos tecnológicos de última geração. E isso não está errado. Pois, voltando mais uma vez a Wikipedia, “novas mídias é um termo amplo que normalmente se refere a soma de novas tecnologias e métodos de comunicação para se diferenciar dos canais de comunicação tradicionais como TV, radiodifusão, imprensa, etc.”.

Eu acredito que novas mídias não seja apenas isso, ou que pelo menos podemos dar um passo além. O cerne da questão não está em simplesmente fugir do tradicional revista-tv-rádio, mas em fazer a comunicação como um todo de forma diferente.

Há algum tempo atrás muitas pessoas criticaram o Google por eles terem veiculado na tv uma propaganda do Google Chrome. O site m&m online (http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Google_lanca_seu_primeiro_comercial_na_TV) afirmou na época que “até mesmo o Google está enxergando que o YouTube e a publicidade de buscas têm limites. Isso porque a empresa está lançando seu primeiro comercial de televisão, que promove o navegador Chrome.”

O que o pessoal não “pescou” direito foi que o vídeo já estava no YouTube há algum tempo, junto com outros 10 que foram criados por diferentes agências. Com base nas estatísticas de visitação, um dos vídeos foi escolhido e veiculado numa mídia “offline”. Eles fizeram uma versão beta do comercial. O triste é que a afirmação da m&m oline apenas enaltece a linha que não precisa existir entre as novas e velhas mídias.

Mas… e o GPS? Ah, sim. Vamos lá.

Mesmo sendo um artefato tão bacana, inteligente e tecnológico, o GPS possui um “quê” de nova velha mídia. Eu, e aqui entramos num aspecto bem pessoal, acredito que velha mídia é toda mídia que mesmo conhecendo as possibilidades atuais existentes de disseminação e compartilhamento da informação, tende a não utilizar isso em favor dos seus usuários. E a maneira como a informação existe no GPS ainda é uma via de mão única. Ele fala e você escuta. Ainda não faz parte da natureza nativa do funcionamento da ferramenta os feedbacks dos usuários.

Já tem se falado há algum tempo em serviço de informação de trânsito via GPS (http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3384460-EI4799,00.html), mas seu funcionamento ainda baseia-se na centralização da informação em uma operadora. Isso já é um início, mas ainda está longe de ser um serviço 2.0, como existem milhares na internet.

Deixe eu exemplificar a importância desses feedbacks. Nas férias de início de ano eu estava voltando do Rio de Janeiro guiado pelo GPS. Como estava chegando perto da hora do almoço, pedi para que ele marcasse os restaurantes existentes ao longo do percurso. Opa, olha o GPS sendo um meio de promoção dos estabelecimentos alimentícios. Entre os diversos apresentados optamos por um e pedimos para que o sistema nos desviasse até o local.

Após a frase “você chegou ao seu destino” eu percebi que ou restaurante havia se mudado ou o GPS tinha se enganado. Até ai tudo bem, faz parte da vida. O que me deixou encucado foi o fato de eu não ter como marcar no mapa que aquele restaurante não existia ali. Ou seja, outras pessoas também iriam passar por essa mesma situação e ninguém teria aprendido nada com isso. #fail

Concluindo, existem alguns pontos importantes que precisam melhorar para que o Sistema de Posicionamento Global (GPS) dê o próximo passo. Um deles, como exemplificado acima, é a possibilidade do feedback instantâneo dos usuários e isso nos leva ao segundo ponto que ao meu ver é o mais importante, a conectividade do aparelho. Ele precisa “estar na rede” e o custo desse serviço deve ser acessível a toda a população. Só assim teremos então uma nova mídia com um mundo de possibilidades.

WiiVenge - Bata, mas não muito

26 de maio de 2010

Wiivenge - Bata, mas não muito


OBJETIVO

Bater em seu adversário, sem matá-lo.


MECÂNICA

O jogo só funciona com dois jogadores. Primeiramente cada jogador deve importar o seu Mii (personagem do Wii) ou criar um novo caso ainda não possua. O player 1 deverá então escolher uma das armas com o seu Wii Remote para ferir o player 2, que aguarda ansiosamente para revidar. Cada jogador terá apenas uma chance por rodada.


REFLEXÃO

O objetivo principal da situação criada pelo jogo é ver até que ponto cada um dos jogadores consegue ir antes de executar o “golpe final” em seu adversário. Você sabe que não deve ferir o seu adversário a ponto de matá-lo, mas à medida que cada jogador vai experimentando os ferimentos em sua própria pele, em seu Mii, a tensão e a vontade de revidar com maior intesidade vai aumentando.

Não há vencedores. Quem morre, redundantemente, está morto. E quem ficou vivo ganha um belo Game Over na tela. A graça do jogo só existe enquanto ambos os jogadores continuam vivos. E é exatamente essa dinâmica que o jogo deseja analisar.


MOVIMENTOS

Simulação de movimentos com o Wii Remote - Faca
Simulação de movimentos com o Wii Remote - Faca
Simulação de movimentos com o Wii Remote - Faca 2
Simulação de movimentos com o Wii Remote - Revólver

- - - - - - - - - -
Antes que você pense em ligar para um psiquiatra, este post foi criado para a disciplina Fundamentos de Design de Interação do curso Pós-Graduação em Design de Interação do Instituto Faber Ludens / Fisam / UNC.

Descrição da atividade: Criar um conceito de jogo simples para Nintendo Wii que explore a corporeidade na interação. O jogo não precisa ter a violência como temática, mas deve estar presente alguma reflexão sobre violência. Pode-se retratar no conceito apenas uma parte do jogo. O importante é trabalhar com os recursos de interação oferecidos pelo console Wii.

Yearbook Yourself - Como você seria nas décadas passadas

14 de maio de 2010

De vez em quando a gente encontra algumas coisas na internet que facilitam e muita a nossa vida. Mas isso não vem ao caso, pois o que temos aqui é algo apenas muito engraçado. Bem, não é necessário explicar muita coisa, basta olhar as imagens e brincar um pouquinho. O link é www.yearbookyourself.com.

Acreditem ou não, SOU EU nas fotos abaixo.

Minha escalação para a Copa do Mundo 2010

11 de maio de 2010

Acaba de sair a lista dos convocados para a Copa do Mundo Fifa 2010, que irá acontecer na África do Sul daqui há mais ou menos um mês. Como a grande maioria já imaginava, não tivemos muitas surpresas. De maneira geral, gostei da lista de jogadores. E vamos combinar né, o cara (Dunga no caso) só tem bons resultados com esse time. PRA CIMA DELES BRASIL!!!

Segue abaixo qual o time que eu acho que deveria começar a copa. Só fiquei na dúvida com relação à lateral esquerda. Quem é mais defensivo, o Gilberto ou o Michel Bastos? Por enquanto eu aposto na experiência do Gilberto. Destaco também a presença do Daniel Alves no meu time de titulares. Gosto muito do Elano, mas o Daniel Alves joga com mais vontade.

E você, o que você achou dessa escalação? Deixe seu comentário.

Escalação da Seleção para a Copa 2010

Rei do Universo - Um CD da IBBR

19 de abril de 2010

Como é bom relembrar algumas épocas que marcaram a nossa vida. Mais ou menos em Outubro de 2003, junto com Leandro Camargo, Tiago Brandão e Mateus Brandão, surgiu a ideia de gravarmos algumas de nossas músicas para, com a venda do CD, ajudarmos na campanha de construção da nossa igreja, IBBR - Igreja Batista de Bom Retiro. Éramos jovens, pelo menos mais do que atualmente, com muita vontade e com muito mais tempo livre do que hoje. Foi uma correria que nem sei como conseguimos. Acho que ficou pronto em um mês.

Além do Tiago e Leandro que estiveram mais envolvidos, tivemos um apoio muito forte do Felipe Beyer. Ele abriu as portas do seu estúdio e não poupou tempo na mixagem e masterização do material. Muita coisa nós gravamos caseiramente num Yamaha MD-8 na casa dos Brandão (Psiiiiii! Silêncio… Vai gravar….) e o Beyer tinha que ficar juntando as peças (Arrasta…. Solta… Cadê a wav?).

Fizemos uma primeira tiragem de 100 cópias que acabaram muito rápido. Fizemos então outra tiragem com mais 100 cópias que em pouco tempo também desapareceram. Infelizmente, e não lembro porque, acabamos por não fazer mais. Até hoje tem gente que ainda me pergunta se eu tenho algum CD sobrando lá em casa. Ainda bem que na época eu fiz uma cópia em MP3. E agora, depois da Clarissa e da Luanna lá da igreja me pedirem ontem as músicas, estou publicando todas aqui, de graça. :-P

Para salvar as músicas, basta clicar com o botão direito no título e escolher a opção “Salvar destino como…” ou algo parecido. Só não esqueça de deixar um comentário dizendo o que achou.


reidouniverso_encarte_frentereidouniverso_encarte_internoreidouniverso_encarte_verso

  1. Deus Criador (Tiago Brandão) Letra
  2. Convicções (Osmar Gomes) Letra
  3. Sonho (Leandro Camargo) Letra
  4. Teu poder (Felipe Eiras) Letra
  5. Comigo estás (Daniel Chiarelli) Letra
  6. Fotos (Roberto Brandão) Letra
  7. Lembranças (Roberto Brandão) Letra
  8. Nada sem Ti (Felipe Eiras) Letra
  9. Caminhos errados (Leandro Camargo) Letra
  10. Louvores ao Autor da criação (Daniel Chiarelli) Letra
  11. Me entrego (Tiago Brandão) Letra
  12. É hora (Leandro Camargo) Letra



Músicos participantes:
Bruno Osike, Daniel Chiarelli, Diego Faria, Felipe Eiras, Felipe Tadeu, Glauco Moura, João Paulo, Leandro Camargo, Lídia Brandão, Maickon Charles, Mateus Brandão, Maxon “Amaral”, Osmar Gomes, Roberto Brandão, Theodoro Caliari, Tiago Brandão, William Fernando

Ficha Técnica:
Gravado no estúdio Figus / Ctba em Outubro de 2003
Gravação por Filipe Beyer e Tiago Brandão
Gravação em MD-8 por Mateus Brandão
Mixado por Filipe Beyer, Mateus Brandão e Tiago Brandão
Produzido por Mateus Brandão, Tiago Brandão e Leandro Camargo
Projeto gráfico por Felipe Eiras

Vídeo da reinauguração da pista do gaúcho

30 de março de 2010

Se vocês olharem com bastante atenção vão encontrar, entre uma manobra e outra, a minha pessoa em uma camiseta amarela, do lado de fora da pista.

Viver e Cantar

15 de março de 2010

Algumas músicas simplesmente não precisam de mais nada. Como é bom termos compositores cristãos de qualidade. Obrigado João Alexandre por essa obra-prima.

- - - - - - - - - -

Viver e Cantar (João Alexandre)

Ouça Agora (You Tube)

Quero cantar o que vivo
Quero viver o que cantar
Seja meu riso, meu pranto viver e cantar
Harmonizar os meus sonhos
Poetizar minhas lágrimas
E no contar dos meus dias com Deus me encontrar

Que meu canto seja a voz de Deus por onde for
Verdadeiro e transparente como o Seu amor
Pois Ele sabe os meus rumos
Erros e acertos ocultos
Conhece a sinceridade do meu coração
Que eu seja sempre o primeiro
A me encontrar em Sua graça
E em Sua misericórdia transformar minha vida
Numa linda canção

Não quero ser poderoso
Nem me entregar como um fraco
Só estar com Deus na fraqueza e provar Seu poder
Buscar a Sua vontade
Boa, perfeita e agradável
E em Seu perdão a razão pra lutar e vencer

Que meu canto seja a voz de Deus por onde for
Verdadeiro e transparente como o Seu amor
Pois Ele sabe os meus rumos
Erros e acertos ocultos
Conhece a sinceridade do meu coração
Que eu seja sempre o primeiro
A me encontrar em Sua graça
E em Sua misericórdia transformar minha vida
Numa linda canção