Arquivo da Categoria ‘dia-a-dia’

Site (blog+portfolio) novo no ar

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Atenção. A partir de hoje (07/07/2011) esse blog não será mais atualizado. O link novo é http://www.felipeeiras.com.br. Acesse e confira.

Simulador A Sombra do Imposto

terça-feira, 21 de junho de 2011

Trabalho feito pela Comunição Digital do Sistema FIEP e Agência IMAM para o projeto “A Sombra do Imposto”. A campanha busca esclarecer a cobrança, utilização e o cálculo de tributos pagos pelo cidadão brasileiro – que empenha, em média, 40% de sua renda em impostos.

A cobrança de impostos é, na prática, uma coleta de dinheiro feita pelo governo para pagar suas contas. Uma forma de medir o impacto dessa coleta é compará-la com o Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, a soma das riquezas produzidas pelo país em um ano. Essa relação entre impostos e PIB é chamada de carga tributária. No Brasil, a carga tributária é de 35% do PIB.

Saiba mais em: http://www.fiepr.org.br/sombradoimposto

Pelos Pelos

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

pelos_pelos_v2

Ahmmmmuhhhhm….. Uhhhhammm… nham… nham… nham… ai… ai… É mais ou menos assim que começam todos os meus dias. Um bocejo e uma espreguiçada, quase que ao mesmo tempo. Não tenho muita pressa em acordar, afinal o meu dia é tão movimentado quanto feriado em Curitiba. Mas não posso reclamar. Tenho uma casa, comida, alguém que me ama, alguém que finge que não me ama e toda a liberdade do mundo para fazer o que quiser. É claro que a vida vai nos ensinando que existem consequências pelos nossos atos. E é claro que eu sempre esqueço disso.

Os meus cinquenta metros quadrados apesar de serem suficientes praticamente todos os dias do ano, às vezes parecem ser do tamanho de uma gaveta. Hum… gavetas… eu gosto delas. Elas ficam ali… meio abertas… como que não querendo nada… mas eu sei que lá no fundo elas estão me chamando. Uma vez minha mãe não conseguia fechar uma de jeito nenhum, travava na metade. Por fim descobriu que eu estava escondidinho lá dentro, sorte a minha. Ela vem então com aquele papinho “o que que a coisinha linda da mamãe tá fazendo ai dentro?”. Por que as pessoas às vezes falam comigo como se eu fosse um bebê!? Poxa, eu já tenho 4 anos. Pode não parecer muito, mas segundo o google (sim, eu acesso a internet) isso corresponde a 45 anos de vida de um ser humano.

Meu pai, aquele que finge que não me ama, quando foi junto com a minha mãe, aquela que me ama, me buscar no abrigo estava interessado somente em cumprir uma cláusula contratual assinada no dia do casamento. Não foi reconhecida em cartório nem nada, mas o que ele não imaginava era o quanto essa bola de pelos que aqui vos fala iria transformar a sua vida, e o seu sofá. Eu já tentei explicar pra ele que o sofá fica muito mais bonito desfiado, mas não sei se consegui convencer. Toda vez que eu começo a customizar o estofado ouço um “SAI XAXÁ!!!”.

Ah, acho que não me apresentei direito. Meu nome é Xavier e, caso você ainda não tenha percebido, eu sou um gato. Sou puramente siamês, ou pelo menos pareço com um. Meu irmão era cinza, minha irmã mulata e eu tive a sorte de nascer com pelos caramelizados e de olhos azuis. Pelos pelos. Até a próxima.

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Crônica feita para a Folha do Bom Retiro da IBBR.

Holding out for Grace – Tait

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Algumas músicas simplesmente conseguem expressar exatamente aqueles sentimentos que às vezes não somos capazes de traduzir em palavras. Michael Tait, ex-Dctalk e atual Newsboys, conseguiu fazer isso na música Holding out for Grace do álbum Lose this life, lançado em 2003 quando tocava na Tait Band.

Já fazia um bom tempo que eu não me deleitava com essa oração. Eu mesmo fiz a tradução. Me bati um pouco com algumas expressões como “I´m falling on my face”. Com certeza a poesia fica bem melhor na língua original, mas acho que dá para entender a ideia. Enjoy.

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Holding out for Grace (Tait – Lose this life)

Confira também a letra na versão original.

Eu acredito, eu acredito em quem Você é
E quando Você fala, eu o ouço no fundo do meu coração
É mais de Ti que eu quero, então leve-me de volta ao início
Mostre-me a melhor parte
Eu sei que existe tanto mais nesta vida
Então abra os meus olhos, pois eu quero ver

E eu me entrego por completo
Eu espero por Tua graça
Enche-me com o Teu Espírito
Ilumine este lugar, meu Senhor

Meu amor, minha paz, sem Ti eu sou incompleto
E no meu tempo de angústia eu sei que cuidas de mim
E eu não posso esperar para me perder nos Teus braços
Tu és o meu lugar secreto
Eu sei que existe tanto mais nesta vida
Então me encontre hoje à noite aqui, pois eu quero ver

E eu me entrego por completo
Eu espero por Tua graça
Enche-me com o Teu Espírito
Ilumine este lugar
Venha a nós o Teu Reino
Cure os corações quebrados
Pai, brilhe Tua luz
Sobre os Teus filhos e filhas

Na minha mente existe uma batalha constante pela minha vida
Mas desta vez eu vou entregar tudo o que tenho dentro de mim

Deus, Deus nosso. Quão lindo Tu és.
Deus, Deus nosso. Quão lindo Tu és.
Deus, Deus nosso. Tu és lindo, tão lindo.

Fotos do primeiro show do Switchfoot no Brasil (São Paulo – Carioca Club)

sábado, 18 de setembro de 2010

Na última quinta-feira (16/09/10) eu e mais 2 amigos encaramos um bate-volta até São Paulo. O motivo? A banda que marcou diversas fases da minha vida estaria se apresentando pela primeira vez no Brasil.

Um dos caras que me acompanhou nessa experiência inesquecível foi o meu grande amigo, e cunhado, Osmar Gomes (@osmarvg). Acho que o post “Uma noite memorável! – Switchfoot no Brasil” em seu blog resume bem o evento e o que ele significou para nós.

Enquanto a banda Ortegas abria o show, André Grochowicz – o segundo amigo – tira da mochila uma máquina fotográfica super batuta. Eu já conhecia a dita cuja, mas somente após ver o preview da primeira foto que me dei conta que meu celular seria muito melhor aproveitado se fosse utilizado apenas para o twitter. Sendo assim, confira algumas das fotos tiradas pelo André.

GPS, uma nova velha mídia

sexta-feira, 28 de maio de 2010

GPS

Minha irmã casou no mês passado. Como toda minha família é do Rio de Janeiro, na penúltima semana de abril a capital paranaense teve uma certa migração de cariocas. Entre Eiras e Barbozas, creio que tínhamos em torno de cem familiares impolgadíssimos com o casamento da primeira sobrinha mulher.

Mesmo sendo muito hospitaleira, a casa de minha mãe não tornou-se o refúgio oficial da família. Afinal uma pessoa por metro quadrado foge dos limites higiênicos e psicológicos de convivência. Pensando nisso, meu pai prontamente “descolou” um abrigo para metade da família. Havia apenas um pequeno contratempo, a casa ficava em outra cidade, a 40 km do centro de Curitiba.

Além de todas as peculiaridades encontradas nas instalações da residência metropolitana, o meio de transporte foi um fator levantado logo no início da negociação. Apesar de toda essa parte da família estar vindo de carro, ninguém conhecia Curitiba – muito menos a cidade ao lado – a ponto de se sentir seguro no quesito quero-ir-para-aquele-lugar. A solução foi simples, um GPS é claro.

Após alguns dias de atividades intensas e espalhadas por toda Curitiba e região, a semana passou voando e sábado, o dia do casamento, havia chegado. E foi apenas no segundo tempo da festa que eu pude conversar mais calmamente com essa metade de familiares. Eles contaram que, depois de algumas tentativas de sobrevivência na casa que meu pai tinha arranjado, acabaram vindo para Curitiba e agora estavam hospedados em um hotel. Pediram desculpas por não terem ido ao meu aniversário na quinta-feira por causa da chuva que pegaram voltando do Parque Estadual de Vila Velha. Parecia que, apesar dos contratempos, o GPS estava sendo bem útil. Mas para a minha enorme surpresa, nem todos gostaram dele.

Os segundos seguintes foram tomados de uma forte necessidade por respostas. “Como assim não gostaram do GPS?” eram as palavras que passavam pela minha mente. Preciso confessar que até agora ainda não consegui entender muito bem os motivos que levaram alguns familiares, não vou citar nomes pois continuo amando todos eles, a simplesmente se fecharem para esse artefato tecnológico tão útil. Ele é fácil de usar, te diz como chegar a algum lugar que você quer chegar, avisa quando está acima do limite de velocidade e ainda por cima basta espetar um pendrive pra rodar um filminho. Vamos falar a verdade, “Como assim não gostaram do GPS?”.

Algumas justificativas foram dadas como “eu sou do tempo quando se parava para perguntar” ou “o GPS não sabe de nada, fez a gente entrar na contramão”. Não quero investigar a repulsa dessa pequena fatia dos navegantes à moda antiga, mas quero chamar a atenção para aqueles que não apenas gostaram do brinquedinho, mas já estavam perguntando onde poderiam comprar um daqueles. Eles perceberam que não precisavam mais saber como chegar a um determinado lugar, só precisavam saber onde ele fica. Foi uma quebra de paradigmas, algo lindo de se ver. Quando a tecnologia consegue fazer isso com alguém eu preciso confessar que fico feliz por viver nos dias de hoje.

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Trazendo essa experiência matrimonial para o nosso cotidiano, o Wikipedia define gadget como “uma giria tecnológica recente que se refere, genericamente, a um equipamento que tem um propósito e uma função específica, prática e útil no cotidiano”. Quando um artefato consegue ser prático e útil no cotidiano, ele deixa de ser apenas algo a mais que você carrega e torna-se parte da forma como você se relaciona com o mundo. É ai que a famosa frase vem à tona “nossa, como consegui viver sem isso até hoje!?”. E o GPS é algo mais ou menos assim.

Tudo bem, sei que o GPS não é algo tão novo assim. Mas pensando em sua aplicação no mercado automotivo, creio que ele seja o melhor avanço tecnológico desde a invenção do próprio automóvel. Sim, eu posso estar exagerando, afinal durante todas essas décadas tivemos os vidros elétricos, a injeção eletrônica, os motores mais possantes, os bancos mais confortáveis, o câmbio automático, os motores menos possantes e mais econômicos, e por ai vai. Mas a questão é que mesmo com todos esses avanços, não tínhamos nada que melhorasse de fato a tarefa ir-para-tal-lugar.

Sim, todos já ouvimos falar do GPS e, novamente, nem é algo tão novo assim. Mas quando falamos em novas mídias e a maneira como elas estão influenciando a nossa cultura, normalmente pensamos na internet, nas redes sociais e nos apetrechos tecnológicos de última geração. E isso não está errado. Pois, voltando mais uma vez a Wikipedia, “novas mídias é um termo amplo que normalmente se refere a soma de novas tecnologias e métodos de comunicação para se diferenciar dos canais de comunicação tradicionais como TV, radiodifusão, imprensa, etc.”.

Eu acredito que novas mídias não seja apenas isso, ou que pelo menos podemos dar um passo além. O cerne da questão não está em simplesmente fugir do tradicional revista-tv-rádio, mas em fazer a comunicação como um todo de forma diferente.

Há algum tempo atrás muitas pessoas criticaram o Google por eles terem veiculado na tv uma propaganda do Google Chrome. O site m&m online (http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Google_lanca_seu_primeiro_comercial_na_TV) afirmou na época que “até mesmo o Google está enxergando que o YouTube e a publicidade de buscas têm limites. Isso porque a empresa está lançando seu primeiro comercial de televisão, que promove o navegador Chrome.”

O que o pessoal não “pescou” direito foi que o vídeo já estava no YouTube há algum tempo, junto com outros 10 que foram criados por diferentes agências. Com base nas estatísticas de visitação, um dos vídeos foi escolhido e veiculado numa mídia “offline”. Eles fizeram uma versão beta do comercial. O triste é que a afirmação da m&m oline apenas enaltece a linha que não precisa existir entre as novas e velhas mídias.

Mas… e o GPS? Ah, sim. Vamos lá.

Mesmo sendo um artefato tão bacana, inteligente e tecnológico, o GPS possui um “quê” de nova velha mídia. Eu, e aqui entramos num aspecto bem pessoal, acredito que velha mídia é toda mídia que mesmo conhecendo as possibilidades atuais existentes de disseminação e compartilhamento da informação, tende a não utilizar isso em favor dos seus usuários. E a maneira como a informação existe no GPS ainda é uma via de mão única. Ele fala e você escuta. Ainda não faz parte da natureza nativa do funcionamento da ferramenta os feedbacks dos usuários.

Já tem se falado há algum tempo em serviço de informação de trânsito via GPS (http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3384460-EI4799,00.html), mas seu funcionamento ainda baseia-se na centralização da informação em uma operadora. Isso já é um início, mas ainda está longe de ser um serviço 2.0, como existem milhares na internet.

Deixe eu exemplificar a importância desses feedbacks. Nas férias de início de ano eu estava voltando do Rio de Janeiro guiado pelo GPS. Como estava chegando perto da hora do almoço, pedi para que ele marcasse os restaurantes existentes ao longo do percurso. Opa, olha o GPS sendo um meio de promoção dos estabelecimentos alimentícios. Entre os diversos apresentados optamos por um e pedimos para que o sistema nos desviasse até o local.

Após a frase “você chegou ao seu destino” eu percebi que ou restaurante havia se mudado ou o GPS tinha se enganado. Até ai tudo bem, faz parte da vida. O que me deixou encucado foi o fato de eu não ter como marcar no mapa que aquele restaurante não existia ali. Ou seja, outras pessoas também iriam passar por essa mesma situação e ninguém teria aprendido nada com isso. #fail

Concluindo, existem alguns pontos importantes que precisam melhorar para que o Sistema de Posicionamento Global (GPS) dê o próximo passo. Um deles, como exemplificado acima, é a possibilidade do feedback instantâneo dos usuários e isso nos leva ao segundo ponto que ao meu ver é o mais importante, a conectividade do aparelho. Ele precisa “estar na rede” e o custo desse serviço deve ser acessível a toda a população. Só assim teremos então uma nova mídia com um mundo de possibilidades.

WiiVenge – Bata, mas não muito

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Wiivenge - Bata, mas não muito


OBJETIVO

Bater em seu adversário, sem matá-lo.


MECÂNICA

O jogo só funciona com dois jogadores. Primeiramente cada jogador deve importar o seu Mii (personagem do Wii) ou criar um novo caso ainda não possua. O player 1 deverá então escolher uma das armas com o seu Wii Remote para ferir o player 2, que aguarda ansiosamente para revidar. Cada jogador terá apenas uma chance por rodada.


REFLEXÃO

O objetivo principal da situação criada pelo jogo é ver até que ponto cada um dos jogadores consegue ir antes de executar o “golpe final” em seu adversário. Você sabe que não deve ferir o seu adversário a ponto de matá-lo, mas à medida que cada jogador vai experimentando os ferimentos em sua própria pele, em seu Mii, a tensão e a vontade de revidar com maior intesidade vai aumentando.

Não há vencedores. Quem morre, redundantemente, está morto. E quem ficou vivo ganha um belo Game Over na tela. A graça do jogo só existe enquanto ambos os jogadores continuam vivos. E é exatamente essa dinâmica que o jogo deseja analisar.


MOVIMENTOS

Simulação de movimentos com o Wii Remote - Faca
Simulação de movimentos com o Wii Remote - Faca
Simulação de movimentos com o Wii Remote - Faca 2
Simulação de movimentos com o Wii Remote - Revólver

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Antes que você pense em ligar para um psiquiatra, este post foi criado para a disciplina Fundamentos de Design de Interação do curso Pós-Graduação em Design de Interação do Instituto Faber Ludens / Fisam / UNC.

Descrição da atividade: Criar um conceito de jogo simples para Nintendo Wii que explore a corporeidade na interação. O jogo não precisa ter a violência como temática, mas deve estar presente alguma reflexão sobre violência. Pode-se retratar no conceito apenas uma parte do jogo. O importante é trabalhar com os recursos de interação oferecidos pelo console Wii.

Yearbook Yourself – Como você seria nas décadas passadas

sexta-feira, 14 de maio de 2010

De vez em quando a gente encontra algumas coisas na internet que facilitam e muita a nossa vida. Mas isso não vem ao caso, pois o que temos aqui é algo apenas muito engraçado. Bem, não é necessário explicar muita coisa, basta olhar as imagens e brincar um pouquinho. O link é www.yearbookyourself.com.

Acreditem ou não, SOU EU nas fotos abaixo.

Minha escalação para a Copa do Mundo 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

Acaba de sair a lista dos convocados para a Copa do Mundo Fifa 2010, que irá acontecer na África do Sul daqui há mais ou menos um mês. Como a grande maioria já imaginava, não tivemos muitas surpresas. De maneira geral, gostei da lista de jogadores. E vamos combinar né, o cara (Dunga no caso) só tem bons resultados com esse time. PRA CIMA DELES BRASIL!!!

Segue abaixo qual o time que eu acho que deveria começar a copa. Só fiquei na dúvida com relação à lateral esquerda. Quem é mais defensivo, o Gilberto ou o Michel Bastos? Por enquanto eu aposto na experiência do Gilberto. Destaco também a presença do Daniel Alves no meu time de titulares. Gosto muito do Elano, mas o Daniel Alves joga com mais vontade.

E você, o que você achou dessa escalação? Deixe seu comentário.

Escalação da Seleção para a Copa 2010

Portfolio no ar

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Portfolio

Depois de me enrolar por muito tempo, finalmente tomei vergonha na cara, aproveitei o finalzinho das minhas férias e organizei meu portfolio online.

No decorrer do ano passado, cheguei a layoutar várias versões do dito cujo, mas sempre acabava caindo na utilização do flash. E isso não é algo ruim, mas para mim significaria contratar alguém para montar um XML, ou algo assim, para a atualização ficar mais fácil. Ainda bem que não cheguei a fechar com ninguém, pois o último ano também serviu para eu conhecer mais a fundo o WordPress e me apaixonar por ele (ui!).

Realmente o negócio é muito bom. Eu não estou falando da versão que você cria um blog no servidor deles, pois essa eu nunca cheguei a utilizar e é bem parecida com o Blogger. Mas daquela que você baixa e instala no seu servidor. Graças a GNU General Public License você tem total liberdade para editar o que quiser. Não me aventurei na área administrativa, mas depois de ler um pouco sobre o assunto e navegar nos arquivos, a criação de um novo tema (a cara do blog) se tornou moleza. Só é necessário ter bons conhecimentos em HTML e o mínimo em programação. Eu por exemplo nunca escrevi um código PHP e consegui me virar.

E foi assim que nasceu o meu novo portfolio online. Tinha até começado a editar um tema mais complexo que havia baixado, mas resolvi pegar o tema “WordPress Default” que é bem limpo e trabalhar em cima dele. Em poucos dias eu já tinha o site bem estruturado e só faltava inserir conteúdo e ajustar alguns detalhes.

Estou bem satisfeito com a escolha que fiz entre WordPress x Flash, pois além da área administrativa possuir uma boa interface, as páginas geradas são totalmente amigáveis aos buscadores, tornando o site muito mais visível. Tive que abrir mão de algumas ideias de animação e interação que tinha previsto para serem desenvolvidas em Flash. Porém, no caso em questão, creio que fiz a escolha certa. Bem… pelo menos até eu me cansar dela.

Para terminar, se alguém fosse começar a trabalhar com internet hoje, e eu só pudesse dar um conselho para essa pessoa, esse conselho seria “conheça o wordpress”. É um ótimo ponto de partida.