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quinta-feira, 7 de julho de 2011Atenção. A partir de hoje (07/07/2011) esse blog não será mais atualizado. O link novo é http://www.felipeeiras.com.br. Acesse e confira.
Atenção. A partir de hoje (07/07/2011) esse blog não será mais atualizado. O link novo é http://www.felipeeiras.com.br. Acesse e confira.
Durante a Conferência Internacional de Cidades Inovadoras desse ano, que aconteceu entre 17 e 20 de maio, a Comunicação Digital do Sistema FIEP apresentou a CICITY, cidade virtual da CICI2011.
Como qualquer cidade, ela é formada por pessoas, ideias e tecnologias. O que determinou o desenvolvimento da CICITY foi a forma como os inscritos interagiram com o evento – desde as palestras a que assistiram até as pontes que estabeleceram entre si.
Cada vez que um participante da CICI2011 passava o crachá pelo leitor de código de barras nas entradas dos auditórios, estava contribuindo para que os temas em debate ganhassem importância na estruturação da cidade virtual.
Eu já expliquei isso tantas vezes e de tantas formas diferentes que chegou uma hora que não sabia mais se estava complicando ou facilitando. Acho que os vídeos e as imagens abaixo ajudam a compreender o conceito.
VIDEOS QUE ENCONTREI NO YOUTUBE
FOTOS QUE ENCONTREI PELA WEB
Além do trabalho de toda a equipe da Comunicação Digital do Sistema FIEP (onde trabalho) e do pessoal da organização do evento, a construção da CICITY contou com a participação de alguns fornecedores:
4Gennius Technologies – Desenvolveu a plataforma da cidade virtual
Instituto Faber-Ludens – Consultoria em design de interação
Adaltech – Fez a secretaria do evento e a leitura dos crachás
PS.: Queria escrever mais sobre a CICITY. Mas… como já é um grande avanço conseguir postar algo depois de quase 3 meses, vamos combinar que o textinho acima já é alguma coisa. Aproveite para conferir as soluções da CICITY.

O WordCamp Brasil é uma conferência sobre WordPress organizada pela Comunidade WordPress-BR onde desenvolvedores, designers, blogueiros e usuários casuais poderão assistir palestras e apresentações, trocar idéias e se conhecer num ambiente informal.
O próximo WordCamp Curitiba será na FESP/PR, no centro da cidade, e irá compor uma grade de atividades direcionadas à usuários, desenvolvedores e profissionais do WordPress.
Veja como foi o último WordCamp, em São Paulo.

Atualmente trabalho no núcleo de Comunicação Digital do Sitema FIEP (FIEP, SENAI, SESI E IEL) aqui no Paraná. Umas das coisas mais legais dessa minha experiência profissional é ter a oportunidade de participar de eventos e projetos de grandeza internacional.
Durante a Conferência Internacional de Cidades Inovadoras 2010, evento organizado pela FIEP em março deste ano, colocamos um telão nos auditórios das principais palestras exibindo os tweets com a hashtag #2010cici. O que aconteceu!? A hashtag #2010cici ficou no topo dos trendings topics Brasil durante os quatro dias de evento.
Pessoas escrevendo “o que estão fazendo agora” pode não parecer muito relevante em um evento. Mas quando permitimos que elas tenham contato com o que todas as outras pessoas que também participam do evento estão fazendo, inicia-se uma conversa silenciosa.
Numa das noites depois das palestras, fui jogar bola com meus amigos e contei todo empolgado do evento que estava participando, da ação no twitter e tudo mais. Fiquei mais contente ainda quando ele falou “Ah, então é isso o #2010cici.”. Alguém que não tinha nada a ver com a história foi impactado pelas conversas no twitter.
Desde março estou me enrolando para escrever um post explicando como utilizar o twitter num telão exibindo o resultado de uma busca. Como precisei escrever pra FIEP um documento sobre isso, aproveito o embalo para criar o post.
Bem… Nada, ou praticamente nada, hoje em dia se faz do zero. E isso quase sempre é muito, mas muito legal. Quero deixar a lembrança aqui também pro Julio Vedovatto, que além de ter me dado várias dicas, resolveu um probleminha de spam que tivemos durante o evento.
Vamos lá então. Para fazer o negócio funcionar utilizamos um plugin chamado Juitter. Preparei um pacote que já está pronto para você baixar e projetar no telão. Confira as instruções no restante deste post.
O Juitter (http://juitter.com) é um plugin javascript que utiliza a API do twitter para:
• Listar os últimos tweets que contenham uma palavra específica ou hashtag (ex.: #oba);
• Listar os últimos tweets de um usuário;
• Listar os últimos tweets enviados para um usuário (mention).
Você pode projetar num telão os tweets que contenham a hashtag do seu evento, gerando uma “conversa silenciosa”.
Pode pedir para os participantes enviarem suas perguntas via twitter para um determinado usuário (@nome) e essas perguntas aparecerem no computador do palestrante.
Computador
• Pode ser um notebook, netbook ou desktop;
• Não há grandes restrições para as configurações do computador. Uma máquina que consiga rodar com tranquilidade o Windows XP está apta para a utilização;
• Utilize preferencialmente o navegador Google Chrome. Além de possuir uma melhor visualização de tela cheia, é mais rápido na leitura dos arquivos javascripts. O plugin também funciona no Internet Explorer 8 e Firefox 3.
Acesso à internet
• Como o twitter é um serviço online, o computador que você irá utilizar, necessariamente precisa estar conectado à internet;
• Uma conexão de 1 mega é suficiente.
Projetor Multimídia
• Listar os tweets na tela do seu computador já é algo bem legal. Mas melhor que isso é colocá-los num telão para que todos possam ver o que está sendo twittado. Para isso, basta conectar normalmente o seu computador ao multimídia;
• Você também pode conectá-lo a uma TV LCD. Tudo depende do tamanho do seu ambiente;
• Se você for projetar simultaneamente outras coisas, como por exemplo um PPT, será necessário outro projetor (e computador) exclusivo para o twitter.
Local para hospedagem (não obrigatório)
• Apesar de conectar-se a um serviço web, você pode rodar o plugin diretamente da sua máquina;
• Se quiser enviar o link para que outras pessoas possam acompanhar os tweets, você precisará publicar todos os arquivos numa mesma pasta na internet.
Internet wi-fi (não obrigatório)
• Uma questão não obrigatória mas muito importante para que as pessoas participem é ter internet wi-fi aberta em todo espaço do evento;
• Nem todas as pessoas possuem acesso 3G. Tendo wi-fi, um participante com notebook pode criar sua conta no twitter na hora e começar a interagir;
• A velocidade do link deve estar de acordo com a quantidade de pessoas que irão participar do evento.
Primeiramente baixe os arquivos e salve-os numa mesma pasta.
Abra o arquivo “system.js” no Dreamweaver ou outro editor HTML. Caso não possua nenhum instalado, clique com o botão direito do mouse no arquivo, selecione a opção Abrir com > Bloco de notas.
Na quarta linha, preencha o item “searchType” com uma das seguintes opções:
• “searchWord” para realizar uma busca por palavra ou hashtag;
• “fromUser” para listar tweets de um usuário;
• “toUser” para listar tweets enviados para um usuário.
Como estamos focando a utilização do Juitter em eventos, sugiro que você opte por “searchWord” e utilize uma hashtag, de preferência não muito longa. Aproveite para divulgá-la junto com seus materiais promocionais.
Na quinta linha, preencha a opção “searchObject” com o termo que deseja buscar. Para buscar por hashtagh, utilize o %23 antes da palavra, por exemplo, #oba fica %23oba. Para buscas múltiplas, separe as palavras por vírgula.
Você pode configurar outros detalhes, como a quantidade de tweets ou o intervalo de atualização, se orientando pelos comentários presentes no arquivo.
O item “filter” na décima sexta linha é responsável por não exibir tweets que possuam palavras inapropriadas, ou evitar que robôs twittem mensagens irrelevantes. Se for incluir mais de uma palavra, separe-as por vírgula. Tweets com qualquer uma dessas palavras não serão exibidos.
Feito isso, salve e feche o arquivo.
Abra o arquivo “index.html” no seu editor HTML e na linha 36 altere o texto “#oba” para a palavra que você inseriu no arquivo system.js. Salve e feche o arquivo.
Agora clique duas vezes no arquivo “index.html” e você irá visualizar os tweets de acordo com as configurações preenchidas. Você também pode hospedar os arquivos na internet para ter como acessar essa página de qualquer computador. Lembre-se apenas de colocar todos os arquivos numa mesma pasta remota.
Para visualizar a página em tela cheia, pressione F11. Utilize preferencialmente o navegador Google Chrome.
Caso você queira personalizar o layout do telão, ou adaptar o Juitter para outra situação, por exemplo, exibir os tweets no seu site, é necessário entrar em contato com um desenvolvedor web.
Guardar o que foi twittado durante o evento pode ter muitas utilidades. A principal delas é ter o histórico da conversa silenciosa. Para isso, o site Tweet Backup – http://tweetbackup.com – é uma boa opção.
Caso precise de algo mais específico, existem diversas outras soluções de monitoramento do twitter disponíveis na internet.
O twitter possui limites das conexões na API. Assim, dependendo da frequência e quantidade de atualizações durante um determinado período, a listagem dos tweets pode ficar temporariamente fora do ar. Para mais informações, acesse http://dev.twitter.com.
Após pensar em algumas melhorias na interface dos caixas eletrônicos, listei algumas sugestões para melhorar o processo de saque.
Tela 1
- Antes mesmo do usuário inserir o cartão já temos na tela a opção “Saque rápido”.
- Os botões em azul representam as opções ativas.
- O teclado pode não possuir todos os algaritmos necessários, tendo em vista que eles podem variar de banco para banco.
Tela 2
- Após clicar na opção “Saque rápido” o sistema pede para o usuário inserir o cartão.
- A partir dessa etapa o botão “Cancelar” torna-se ativo.
Tela 3
- Após a leitura do cartão, o sistema pede para o usuário retirá-lo.
Tela 4
- Como o usuário já tinha selecionado a opção “Saque rápido”, o sistema carrega a tela para selecionar o valor.
- À esquerda temos os valores que o usuário saca com mais frequência.
- Caso ele deseje sacar um outro valor, bastar utilizar o teclado.
- O botão “Apaga” só fica ativo após o usuário digitar algum valor.
Tela 5
- Após selecionar o valor, o sistema pergunta se o usuário deseja escolher quais notas sacar.
- Aqui o botão “< Voltar” torna-se ativo, pois o usuário pode querer retornar à tela anterior e alterar o valor.
- Caso ele selecione a opção “Sim”, vai para a tela 06. A opção “Não” o leva à tela 07.
Tela 6
- Selecionar exatamente quantas notas de cada valor o usuário deseja sacar me pareceu um pouco complexo. Dessa forma, inclui apenas a opção para escolher quais notas.
- Muitas vezes queremos sacar R$ 50,00, mas colocamos R$ 70,00 para vir pelo menos uma nota de R$ 20,00. Com essa opção o usuário poderia escolher sacar R$ 50,00 e optar pela nota de R$ 20,00. O sistema deveria completar automaticamente o restante com valores próximos do escolhido como mais duas notas de R$ 20,00 e outra de R$ 10,00.
- Na situação acima, existem algumas combinações que podem ser feitas para que o total dê R$ 135,00. Os itens poderiam começar marcados com base na maior disponibilidade das notas no caixa eletrônico. À medida que o usuário fosse selecionando os valores, o sistema deveria automaticamente marcar ou desmarcar outras opções.
- Reforço que a questão não está em selecionar exatamente quantas notas de cada valor sacar, mas quais notas sacar. Por exemplo “eu sei que preciso de algumas notas de R$ 5,00″. O sistema deve calcular quantas notas de cada valor entregar ao usuário.
- O sistema não deve permitir que o usuário saque R$ 100,00 em notas de R$ 2,00. Para isso creio 10 notas deva ser a quantidade máxima para cada valor, com exceção da nota de R$ 100,00.
- Nessa tela, os botões laterais funcionam para marcar os valores.
- O botão “Confirma >” avança para a próxima tela.
- O botão “< Voltar” mostra-se prático pois o usuário pode desistir de escolher as notas, ou até mesmo alterar o valor voltando duas telas.
Tela 7
- O usuário digita sua senha.
- A lógica de segurança da senha pode variar de banco para banco. Alguns utilizam letras com os botões laterais, outros senha com o teclado. O importante é usar apenas um dos dois.
Tela 8
- Pronto!
- Essa tela fica aberta apenas por 3 segundos. Após isso, o sistema retorna para a tela inicial.
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Este post foi criado para a disciplina Técnicas de Prototipação 1 do curso Pós-Graduação em Design de Interação do Instituto Faber Ludens / Fisam / UNC.

Minha irmã casou no mês passado. Como toda minha família é do Rio de Janeiro, na penúltima semana de abril a capital paranaense teve uma certa migração de cariocas. Entre Eiras e Barbozas, creio que tínhamos em torno de cem familiares impolgadíssimos com o casamento da primeira sobrinha mulher.
Mesmo sendo muito hospitaleira, a casa de minha mãe não tornou-se o refúgio oficial da família. Afinal uma pessoa por metro quadrado foge dos limites higiênicos e psicológicos de convivência. Pensando nisso, meu pai prontamente “descolou” um abrigo para metade da família. Havia apenas um pequeno contratempo, a casa ficava em outra cidade, a 40 km do centro de Curitiba.
Além de todas as peculiaridades encontradas nas instalações da residência metropolitana, o meio de transporte foi um fator levantado logo no início da negociação. Apesar de toda essa parte da família estar vindo de carro, ninguém conhecia Curitiba – muito menos a cidade ao lado – a ponto de se sentir seguro no quesito quero-ir-para-aquele-lugar. A solução foi simples, um GPS é claro.
Após alguns dias de atividades intensas e espalhadas por toda Curitiba e região, a semana passou voando e sábado, o dia do casamento, havia chegado. E foi apenas no segundo tempo da festa que eu pude conversar mais calmamente com essa metade de familiares. Eles contaram que, depois de algumas tentativas de sobrevivência na casa que meu pai tinha arranjado, acabaram vindo para Curitiba e agora estavam hospedados em um hotel. Pediram desculpas por não terem ido ao meu aniversário na quinta-feira por causa da chuva que pegaram voltando do Parque Estadual de Vila Velha. Parecia que, apesar dos contratempos, o GPS estava sendo bem útil. Mas para a minha enorme surpresa, nem todos gostaram dele.
Os segundos seguintes foram tomados de uma forte necessidade por respostas. “Como assim não gostaram do GPS?” eram as palavras que passavam pela minha mente. Preciso confessar que até agora ainda não consegui entender muito bem os motivos que levaram alguns familiares, não vou citar nomes pois continuo amando todos eles, a simplesmente se fecharem para esse artefato tecnológico tão útil. Ele é fácil de usar, te diz como chegar a algum lugar que você quer chegar, avisa quando está acima do limite de velocidade e ainda por cima basta espetar um pendrive pra rodar um filminho. Vamos falar a verdade, “Como assim não gostaram do GPS?”.
Algumas justificativas foram dadas como “eu sou do tempo quando se parava para perguntar” ou “o GPS não sabe de nada, fez a gente entrar na contramão”. Não quero investigar a repulsa dessa pequena fatia dos navegantes à moda antiga, mas quero chamar a atenção para aqueles que não apenas gostaram do brinquedinho, mas já estavam perguntando onde poderiam comprar um daqueles. Eles perceberam que não precisavam mais saber como chegar a um determinado lugar, só precisavam saber onde ele fica. Foi uma quebra de paradigmas, algo lindo de se ver. Quando a tecnologia consegue fazer isso com alguém eu preciso confessar que fico feliz por viver nos dias de hoje.
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Trazendo essa experiência matrimonial para o nosso cotidiano, o Wikipedia define gadget como “uma giria tecnológica recente que se refere, genericamente, a um equipamento que tem um propósito e uma função específica, prática e útil no cotidiano”. Quando um artefato consegue ser prático e útil no cotidiano, ele deixa de ser apenas algo a mais que você carrega e torna-se parte da forma como você se relaciona com o mundo. É ai que a famosa frase vem à tona “nossa, como consegui viver sem isso até hoje!?”. E o GPS é algo mais ou menos assim.
Tudo bem, sei que o GPS não é algo tão novo assim. Mas pensando em sua aplicação no mercado automotivo, creio que ele seja o melhor avanço tecnológico desde a invenção do próprio automóvel. Sim, eu posso estar exagerando, afinal durante todas essas décadas tivemos os vidros elétricos, a injeção eletrônica, os motores mais possantes, os bancos mais confortáveis, o câmbio automático, os motores menos possantes e mais econômicos, e por ai vai. Mas a questão é que mesmo com todos esses avanços, não tínhamos nada que melhorasse de fato a tarefa ir-para-tal-lugar.
Sim, todos já ouvimos falar do GPS e, novamente, nem é algo tão novo assim. Mas quando falamos em novas mídias e a maneira como elas estão influenciando a nossa cultura, normalmente pensamos na internet, nas redes sociais e nos apetrechos tecnológicos de última geração. E isso não está errado. Pois, voltando mais uma vez a Wikipedia, “novas mídias é um termo amplo que normalmente se refere a soma de novas tecnologias e métodos de comunicação para se diferenciar dos canais de comunicação tradicionais como TV, radiodifusão, imprensa, etc.”.
Eu acredito que novas mídias não seja apenas isso, ou que pelo menos podemos dar um passo além. O cerne da questão não está em simplesmente fugir do tradicional revista-tv-rádio, mas em fazer a comunicação como um todo de forma diferente.
Há algum tempo atrás muitas pessoas criticaram o Google por eles terem veiculado na tv uma propaganda do Google Chrome. O site m&m online (http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Google_lanca_seu_primeiro_comercial_na_TV) afirmou na época que “até mesmo o Google está enxergando que o YouTube e a publicidade de buscas têm limites. Isso porque a empresa está lançando seu primeiro comercial de televisão, que promove o navegador Chrome.”
O que o pessoal não “pescou” direito foi que o vídeo já estava no YouTube há algum tempo, junto com outros 10 que foram criados por diferentes agências. Com base nas estatísticas de visitação, um dos vídeos foi escolhido e veiculado numa mídia “offline”. Eles fizeram uma versão beta do comercial. O triste é que a afirmação da m&m oline apenas enaltece a linha que não precisa existir entre as novas e velhas mídias.
Mas… e o GPS? Ah, sim. Vamos lá.
Mesmo sendo um artefato tão bacana, inteligente e tecnológico, o GPS possui um “quê” de nova velha mídia. Eu, e aqui entramos num aspecto bem pessoal, acredito que velha mídia é toda mídia que mesmo conhecendo as possibilidades atuais existentes de disseminação e compartilhamento da informação, tende a não utilizar isso em favor dos seus usuários. E a maneira como a informação existe no GPS ainda é uma via de mão única. Ele fala e você escuta. Ainda não faz parte da natureza nativa do funcionamento da ferramenta os feedbacks dos usuários.
Já tem se falado há algum tempo em serviço de informação de trânsito via GPS (http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3384460-EI4799,00.html), mas seu funcionamento ainda baseia-se na centralização da informação em uma operadora. Isso já é um início, mas ainda está longe de ser um serviço 2.0, como existem milhares na internet.
Deixe eu exemplificar a importância desses feedbacks. Nas férias de início de ano eu estava voltando do Rio de Janeiro guiado pelo GPS. Como estava chegando perto da hora do almoço, pedi para que ele marcasse os restaurantes existentes ao longo do percurso. Opa, olha o GPS sendo um meio de promoção dos estabelecimentos alimentícios. Entre os diversos apresentados optamos por um e pedimos para que o sistema nos desviasse até o local.
Após a frase “você chegou ao seu destino” eu percebi que ou restaurante havia se mudado ou o GPS tinha se enganado. Até ai tudo bem, faz parte da vida. O que me deixou encucado foi o fato de eu não ter como marcar no mapa que aquele restaurante não existia ali. Ou seja, outras pessoas também iriam passar por essa mesma situação e ninguém teria aprendido nada com isso. #fail
Concluindo, existem alguns pontos importantes que precisam melhorar para que o Sistema de Posicionamento Global (GPS) dê o próximo passo. Um deles, como exemplificado acima, é a possibilidade do feedback instantâneo dos usuários e isso nos leva ao segundo ponto que ao meu ver é o mais importante, a conectividade do aparelho. Ele precisa “estar na rede” e o custo desse serviço deve ser acessível a toda a população. Só assim teremos então uma nova mídia com um mundo de possibilidades.
De vez em quando a gente encontra algumas coisas na internet que facilitam e muita a nossa vida. Mas isso não vem ao caso, pois o que temos aqui é algo apenas muito engraçado. Bem, não é necessário explicar muita coisa, basta olhar as imagens e brincar um pouquinho. O link é www.yearbookyourself.com.
Acreditem ou não, SOU EU nas fotos abaixo.
Depois de me enrolar por muito tempo, finalmente tomei vergonha na cara, aproveitei o finalzinho das minhas férias e organizei meu portfolio online.
No decorrer do ano passado, cheguei a layoutar várias versões do dito cujo, mas sempre acabava caindo na utilização do flash. E isso não é algo ruim, mas para mim significaria contratar alguém para montar um XML, ou algo assim, para a atualização ficar mais fácil. Ainda bem que não cheguei a fechar com ninguém, pois o último ano também serviu para eu conhecer mais a fundo o WordPress e me apaixonar por ele (ui!).
Realmente o negócio é muito bom. Eu não estou falando da versão que você cria um blog no servidor deles, pois essa eu nunca cheguei a utilizar e é bem parecida com o Blogger. Mas daquela que você baixa e instala no seu servidor. Graças a GNU General Public License você tem total liberdade para editar o que quiser. Não me aventurei na área administrativa, mas depois de ler um pouco sobre o assunto e navegar nos arquivos, a criação de um novo tema (a cara do blog) se tornou moleza. Só é necessário ter bons conhecimentos em HTML e o mínimo em programação. Eu por exemplo nunca escrevi um código PHP e consegui me virar.
E foi assim que nasceu o meu novo portfolio online. Tinha até começado a editar um tema mais complexo que havia baixado, mas resolvi pegar o tema “WordPress Default” que é bem limpo e trabalhar em cima dele. Em poucos dias eu já tinha o site bem estruturado e só faltava inserir conteúdo e ajustar alguns detalhes.
Estou bem satisfeito com a escolha que fiz entre WordPress x Flash, pois além da área administrativa possuir uma boa interface, as páginas geradas são totalmente amigáveis aos buscadores, tornando o site muito mais visível. Tive que abrir mão de algumas ideias de animação e interação que tinha previsto para serem desenvolvidas em Flash. Porém, no caso em questão, creio que fiz a escolha certa. Bem… pelo menos até eu me cansar dela.
Para terminar, se alguém fosse começar a trabalhar com internet hoje, e eu só pudesse dar um conselho para essa pessoa, esse conselho seria “conheça o wordpress”. É um ótimo ponto de partida.
– Não se mexe.
Eram 4 da tarde quando Jurema sentiu o cano gelado do revólver 38 do bandido entre a penúltima e a última costela.
– Abre a porta e entra sorrindo, como se fôssemos amigos – disse o bandido, bem vestido e sem aspecto ameaçador.
Obediente, Jurema entrou no seu prédio, no número 3422 da Avenida Nossa Senhora de Copacabana. No elevador, suas pernas tremiam. Chegaram a seu apartamento, o 1506. Ninguém em casa, Jurema morava sozinha.
– Fecha a cortina.
– Claro.
– Onde fica o cofre?
– Não tem cofre. Guardo o dinheiro naquela gaveta.
– Então vai lá e pega. Mas sem gracinhas, viu?
– Olha, eu quero colaborar.
– Quer? Então diz aí, cadê as jóias?
– Não tenho jóias.
– Olha…
– Juro…
Subitamente, um rascante som de sirene irrompeu o ambiente, quebrando o silêncio, mas não a tensão. Na rua, três carros de polícia com policiais fortemente armados posicionaram-se em frente ao edifício. Ao lado deles, cinco carros da imprensa, nacional e internacional. O drama de Jurema estava na TV. E o mundo passou a mirar aquela fresta de janela no 15º andar de um prédio até então qualquer.
Poucos minutos depois, para alvoroço geral, Jurema apareceu na janela. Trazia o seguinte cartaz, escrito em letras de forma: “ELE VAI SE COMUNICAR ATRAVÉS DO MEU TWITTER”. Em seguida outro cartaz dizia “SIGAM @JUREMINHA89”. Em minutos, o Twitter @jureminha89 era o mais seguido da internet em todo o mundo, atingindo 4.342.653.230 seguidores. Todos apreensivos pela primeira mensagem. E ela veio, traduzida pelo @translatingjurema, prontamente criado por um professor de português e inglês.
@jureminha89 Quero um carro blindado com um motorista.
Em seguida, milhões de RTs. Milhares de replies. Três foram os posts mais retwittados.
@marciopereira @jureminha89: Blindado? Meu tio tem uma loja de blindagens. Telefone 2032-3213. Faz em 2 dias.
@albertopinto @jureminha89: Com esse trânsito, tomara que a blindagem seja boa, porque a polícia vai atirar de perto.
@pedromancini @jureminha89: Pede um helicóptero, burro.
A polícia rapidamente cadastrou-se no Twitter com o nome de @PMilitar e usou a foto do Capitão Nascimento como avatar. @PMilitar logo passou a seguir @jureminha89, mas não sem pedir para que a mesma a seguisse. Assim que ela obedeceu, @PMilitar enviou uma DM para o facínora:
@PMilitar d @jureminha89 Calma. Está tudo bem aí?
@jureminha89 A polícia me mandou isso por DM: “Calma. Está tudo bem aí?”
@jureminha89 Tudo bem é o caramba! Meu blindado com motorista. Ou o próximo post da jurema será póstumo.
A polícia, vendo que seus DMs seriam publicados pelo bandido, passou a twittar publicamente.
@PMilitar Precisamos de uma prova de que a moça está bem.
@jureminha89 Cliquem nesse link, seus merdas: http://twitpic.com/p3jka
Um link do Twitpic mostrava Jurema tranquila, com um sorriso para a câmera. Alívio geral. Deboche também.
@julinho Gatinha essa @jureminha89, hein. Morre fácil.
@papai_do_ceu @jureminha89 Fica tranquila, minha filha, se você morrer eu já arrumei tudo aqui em cima.
@brunoXC @jureminha89 #freejurema.
Percebendo a proporção que o fato tomou, o assaltante disparou o seguinte post.
@jureminha89 Se o tag #freejurema não entrar nos Trending Topics em 1 hora, a moça morre.
Esse post foi o suficiente para que, em 10 minutos, #freejurema liderasse os Trending Topics do Twitter.
@jureminha89 @PMilitar Viu, seus babacas. Eles e eu queremos libertar a moça, mas sem o carro e o motorista, nada feito.
@PMilitar Se entrega, prometemos não agredir você.
Segundos depois, pra surpresa geral, o seguinte post:
@jureminha89 Agora quem tá escrevendo é a Jurema. Pai, mãe, eu amo vocês. Por favor entreguem o carro.
Uma equipe da Rede Globo na casa dos pais de Jurema, mostrou ao vivo a reação da família. A mãe se benzeu, o pai apertou o terço com força. Dois tios se abraçaram. Segundos depois, o perfil @familiadajurema publicou uma foto com a família toda segurando uma placa, na qual se lia“ Juju, te amamos”.
@jureminha89 Sou eu de novo, o bandido. Cadê meu carro?
@PMilitar Está a caminho…
Nessa altura, tanto a twittosfera quanto toda a mídia tradicional de todo o mundo só falava do caso Jurema. O planeta parou para acompanhar o sequestro. Orações em diversas línguas, para diversos deuses, foram postadas no Twitter.
Passou-se uma hora sem comunicação alguma entre ambas as partes. Nem @jureminha89, nem @PMilitar twittavam. Até que Jurema twittou.
@jurema Gente! O bandido fugiu pelo terraço. Mas me obrigou a esperar 10 minutos antes de divulgar. Estou LIVRE!!!!!!!
Segundos depois, a polícia invadiu o apartamento. Com lágrimas nos olhos, Jurema abraçou um policial. Um único pensamento assaltava sua mente: “Como é fácil conseguir bilhões de seguidores com uma pequena mentira”.
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O que vale é a criatividade. Valeu @Jureminha89.
Texto levemente alterado. ;-)
Acabo de conseguir o single “Mess of me” graças ao @gabrielsilva. Os caras do Switchfoot lançaram no início dessa semana uma campanha bem legal para divulgação desse single. A idéia era basicamente encontrar uma versão divulgada pelo @switchfoot, fazer uma cópia, esconder em algum lugar e twittar utilizando a hashtag #messofme.
Segundo algumas conversas que acompanhei pelo twitter, também era possível pedir a música pro @switchfoot e eles mandavam um link para download por direct message, mas comigo não deu certo. Tive então que acompanhar durante os últimos dias o single se espalhando pelo mundo até que ontem recebi uma mensagem direta do @osmarvg dizendo:
First in Brazil! #messofme in Belo Horizonte. Inside the book of the statue at the end of Pernanbuco St, Savassi.!
No hora dei um search por #messofme, descobri quem era o responsável pela cópia e twittei na hora pro @gabrielsilva pedindo o link para download.
Baixei, curti pra caramba e agora só falta fazer a minha cópia, deixar em algum canto de Curitiba e twittar. Acompanhem @felipeeiras.
E em novembro tem “Hello Hurricane”, o novo álbum do Switchfoot.
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Ouça agora o single Mess of me – Switchfoot
I am my own affliction
I am my own disease
There ain´t no drug that they could sell
Ah there ain´t no drugs to make me well
There ain´t no drug
There ain´t no drug
It´s not enough
The sickness is myself
I made a mess of me I wanna get back the rest of me
I´ve made a mess of me I wanna spend the rest of my life alive
I made a mess of me I wanna get back the rest of me
I´ve made a mess of me I wanna spend the rest of my live alive
The rest of my life alive!
We lock our souls in cages
We hide inside our shells
It´s hard to feed to the ones you love
Oh when you can´t forgive yourself
Yeah forgive yourself!
There ain´t no drug
There ain´t no drug
There ain´t no drug
The sickness is myself
I made a mess of me I wanna get back the rest of me
I´ve made a mess of me I wanna spend the rest of my life alive
I´ve made a mess of me I wanna reverse this tragedy
I´ve made a mess of me I wanna spend the rest of my live alive
The rest of my life alive!
There ain´t no drug
There ain´t no drug
There ain´t no drug
No drug to make me well
There ain´t no drug
It´s not enough
We´re breaking up
The sickness is myself
The sickness is myself
I made a mess of me I wanna get back the rest of me
I´ve made a mess of me I wanna spend the rest of my life alive
I´ve made a mess of me I wanna reverse this tragedy
I´ve made a mess of me I wanna spend the rest of my live alive
The rest of my life alive!